Thursday, October 30, 2008

Uma viagem ao fundo do Mar

Num dia de sol a nossa turma (9C) foi para a escola. Era segunda e estávamos em Inglês quando uma empregada entra com uma folha na mão e diz: -Informo que no dia 19 ides a uma visita de estudo ao fundo do mar. Quando ouvimos ficamos todos contentes a conversar uns com os outros. A professora com a informação ficou espantada. No fim da aula quando deu o toque de saída parecia que estávamos aos saltos com tanta felicidade. Quando chegou o dia anterior nem soube-mos o que levar com tanta ansiedade. Todos curiosos a saber os que os outros iam levar. No dia estava-mos todos excitados com a viagem. Quando entramos no autocarro já estavam todos nervosos. Passando algum tempo estava num porto de barcos. Enquanto saiamos olhamos para a frente e estava um enorme submarino a flutuar na agua. Alguns ate pensaram que aquilo não fazia parte da visita outros se perseveram que aquilo fazia parte da visita de estudo. No momento em que a professora mandou entrar para o submarino alguns ate nem criam ir mas foram porque podia ser a sua primeira e ultima oportunidade de fazer uma viagem assim. Quando todos entrara a professora mandou o comandante seguir com a viagem. A turma quando olhou para fora parecia que estavam noutro mundo onde tudo parecia todo tão real. Estavam todos de boca aberta pois aquilo era fantástico porque nunca tinham coisa tal igual. Enquanto olhavam via-se atravessar raios de luz sobre enormes cardumes em forma de bola. A professora pediu ao comandante para que fosse um pouco mais fundo. O submarino enquanto estava a descer alguns alunos tinha o pressentimento que algo ia correr mal. De repente o submarino para de andar onde a turma ficou assustada e a professora com tanta responsabilidade em suas mãos nem sabia o que fazer. O comandante virou-se para nos e disse: -Tenham calma só foi uma falta de energia. Quando tudo volta ao normal o submarino volta a superfície e descarregamos para irmos embora. Chegamos a escola nem sabíamos o que tinha acontecido pois tinha sido uma grande emoção apesar de não ter corrido as mil maravilhas. Fim
Posted by João Costa at 20:18:14 | Permalink | Comments (3)

Florbela Espanca

Nascimento: 1894 Vila Viçosa
Morte: 1930 
Época: Simbolismo
País: PortugalNaissance

Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira.

Posted by João Costa at 19:44:27 | Permalink | No Comments »

Tuesday, October 7, 2008

Os meus poemas

Passando tudo e todos

Para ver um ser único

Preso numa jaula,

Sem liberdade.

 

Quando o viu

Sentiu algo que lhe ligasse

Como um fio unido

Pelo um nó.

 

Quando foi para casa

Assim o deixei

Acordado num pesadelo

Em que eu pensei.

 

Pensei…pensei…

Assim o deixei

No seu habitat

Em que eu sonhei.

 

Liberdade e o que falta

Numa vida injusta

Muito feliz

Sobre mim saltava

Comoun pássaro.

Posted by João Costa at 19:14:44 | Permalink | Comments (1) »